Te ver ao meu redor assim, me pega de surpresa, e eu não sei onde ancorar... ter você tão perto e não poder te olhar nos olhos, pegar suas mãos e dizer que te amo, tão docemente, como fazíamos há meses atrás, como loucas, correndo pela rua. Certas coisas não se apagam nunca, como se tivessem energia extra pela eternidade, você disse, e eu achei bobagem, te chamei de louca, até. Só hoje entendi da energia que você falava. Como se esse amor fosse uma espécie de luz inesgotável que, de tão brilhante, nos fazia rir juntas por tardes inteiras, enquanto eu fazia carinho na sua bochecha e olhava seu rosto tão lindo e doce depois do choro.
Ah, meu amor, o que eu não daria pra ter o seu rosto entre as minhas mãos de novo? E o seu sorriso doce? E a sua voz, quase num sussurro? E as suas pernas entrelaçadas nas minhas ao dormir? Diz o que eu não daria pra poder te tocar de novo e te dizer mais uma vez que eu te amo.
(... um amor tão doce...)
Ah, meu amor, o que eu não daria pra ter o seu rosto entre as minhas mãos de novo? E o seu sorriso doce? E a sua voz, quase num sussurro? E as suas pernas entrelaçadas nas minhas ao dormir? Diz o que eu não daria pra poder te tocar de novo e te dizer mais uma vez que eu te amo.
(... um amor tão doce...)

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