O que pensar
Depois de tantos frios na barriga,
De tantas palavras,
De tantos chamegos?
Onde colocar,
Agora, todas as expectativas,
Todos os desejos,
Todas as lembranças?
O que guardar
Antes de limpar a memória,
De lavar o coração,
De seguir em frente?
O que fazer,
Já que você se foi?
Como eu queria parar o tempo...
Pará-lo nas nossas conversas,
Pará-lo nas nossas risadas
Eternizar cada momento ao seu lado.
Como eu queria abraçar você...
Mantê-lo em segurança,
Mantê-lo feliz
Ser aquilo que você precisa que eu seja.
Como eu queria ser-lhe única...
Ser-lhe presente,
Ser-lhe constante
Ser, simplesmente, sua.
Então é isso.. Você, com sua suavidade, foi-se embora.
Deixou-me dormindo, e saiu pela porta dos fundos, de
Onde disse que nunca passaria. Você mentiu.
Quando acordei, senti sua falta. E sussurrei um I miss you
Que você jamais escutará. Disse isso em meio às lágrimas,
Essas que você disse que nunca me faria libertar. Você mentiu.
Mesmo após ter ido embora, sua presença era viva em mim,
Em todos os cantos da casa. Da nossa casa, que comigo você
Construiu, e disse que nunca sairia. Você mentiu.
No nosso primeiro amor, eu disse que era orgulhosa e que
Nunca havia chorado por ninguém. E nunca choraria por
Você, também. Dessa vez, eu menti.
Eu estou insegura, você sabe. Andando no trilho, mas não sei quando o trem passará. Correndo risco, brincando com a vida, só para chegar perto de você. Pode perceber isso?
Meu fôlego quase some, na minha ânsia de chegar perto. Mais perto. É, eu estou assim. E é por tua causa. Com o corpo frio e as mãos quentes, eu me pergunto se estou meio viva. Ou meio morta. Você sabe?
O caminho parece mais longo. Isso é loucura minha? Bom... as pedras – que pulamos juntos – continuam no mesmo lugar. Ou você está se afastando de mim?
Eu quero chegar. Prometo chegar. Mas quero te encontrar ali, esperando por mim, como disse que estaria. Com a flor nas mãos, e os nossos sonhos guardados. Eu os guardei. E você?
Bom dia, Amor...
Você não me conhece, nunca fomos íntimos, apesar de eu sempre ter ouvido falar de você. Mas a minha vida me levou por caminhos distantes dos quais você se encontrava, por isso nunca fomos apresentados
Hoje eu senti vontade de te escrever. Você parece ser legal, um bom companheiro, alguém que inspira confiança. Que bom que você tem tempo pra ler minha carta.. Apesar de eu não ter muito o que te dizer.
Não tive uma vida muito emocionante, nenhum detalhe importante ou algo que pudesse ressaltar. Eu sei que você é diferente, todos os que te conhecem são felizes, sorriem mais, cantam, dançam, vibram, e até passam melhor por sofrimentos, tristeza e dor.
Eu nunca entendi como, ou porquê, mas sabia que você estava presente, e ajudava em todos os momentos. Talvez eu tivesse medo, não sei...
Bom, não quero te escrever pra explicar porquê não fomos tão íntimos, eu queria apenas te conhecer...
Que bom que agora o conheço e isso já me faz melhor... Em tão poucas linhas, tão poucas palavras, e simples até, já me sinto bem melhor, um bem estar que nunca senti em toda a minha vida, e sei que isso é você.
Então agora quero me despedir, amanhã estarei partindo.. Fiz muita coisa errada nessa vida, e então tenho que pagar por meus erros.
Como último desejo, escolhi te conhecer, e acho que foi a melhor escolha que já fiz na vida.
Então, novamente, meu agradecimento a você, Amor, a quem eu sempre mantive distância, mas agora é meu amigo e companheiro de estrada!
Um grande abraço!
Thiago Sousa Lima.
Eu não sou boa com receitas, meu bem. Mas essa receita de amor eu fiz. É assim: você me abraça forte, bem apertado, que eu te beijo a boca, beijo a alma, e você sorri, assim, dizendo que vai ficar.
Me segure com ternura, me faça juras. Eu acreditarei. Me olhe nos olhos, derreta o gelo que me cerca, que a minha reza é essa: que você me cubra com seu calor, quebre minhas defesas e me faça presa tua.
Misture tudo: seus beijos (meus), carinhos, desejos, e mexa com vontade. E me dê dessa sua comida, que me preenche a falta, e me sacia a fome da alma, do desejo, do amor.
Desculpe-me a falta de jeito. É que eu saí e não quis olhar para trás. Por isto, as muitas mesas esbarradas, copos pela metade e roupas tuas pelo chão.
Te querer assim, imensamente, me fez libertar loucuras, prender sonhos meus, e esquecer vontades e tarefas básicas. Eu só respiro por hábito.
Não quero voltar. Não posso. Preciso ficar só, desacompanhada, imersa em sonhos meus, vontades minhas, e não tuas. Aceite.
Quero olhar o mar, me jogar nele e não precisar me preocupar com a hora de saída. Estarei só. Serei minha. E dele. Preciso disto. É minha liberdade, dessas que vêm com asas de borboletas. A mais linda.
Não deixei marcas, nem meu cheiro, para que você não pudesse me acompanhar. Agora eu sou minha, do mar. E só.
- Adorei você ter me ligado ontem. Eu amo ouvir sua voz.
- Eu ia te ligar quando fui dormir, mas aí você ia me mandar pastar!!
- Meu telefone tocou de madrugada. Pensei que era você, mas era um amigo...
Culpa sua! Poderia ter sido você... Fiquei o resto da noite pensando em você. E querendo ouvir sua voz dizendo que me ama.
- Eu pensei: "ele vai dizer que eu não largo do pé dele.. não vou ligar, não.. Boa noite, amor!"
- Você pode me ligar a hora que quiser.
- Só pra dizer que te amo?
- Sim... Eu amo ouvir.
Hoje o dia amanheceu nublado. Senti vontade de vê-la. Fui até seu apartamento, e parei na frente da porta, sem saber o que dizer quando a visse. Ela veio, graciosa, andando pelo corredor e me abraçou.
- Eu sonhei que você estava aqui. Vim ver se era verdade.
Aquele foi o abraço mais apertado que Luci me deu. Ela tinha dito que eu era o seu homem, e agora tudo fazia sentido.
Desculpe ser tão insensível.
Mil vezes tentei escrever-te versos,
ensaiei rimas, solfejei pequenas melodias...
É que minha alma não é poética.
Ou talvez seja.
É que assim, do nada, só porque deu vontade...
É tão difícil!
Falta inspiração
E não sai nem o 'era uma vez...'
Então chegam as rosas
Os versos
Os chocolates
Tudo aquilo que eu sempre quis ter
Mas não sei como responder
Eu sei que deveria ser mais romântica
E usar flores nas palavras
Laços nos cabelos
Vestidos com babados...
Me sinto culpada
Em débito
Por não corresponder-te em tantos galanteios
Não é que eu não te ame...
É só que não sei dizer.
Tá vendo?
Era pra ser uma poesia ¬¬
Ela me olhou com seus olhos castanhos-enigmáticos, e eu me perdi dentro dela. Daquele jeito que só ela gosta, que só ela pede, só ela abusa.
Beijou-me a boca, e calou meu abraço com seu corpo molhado e frio de água do mar. Estava salgado, pude sentir quando meus lábios tocaram seus seios. Derreti suas manhas, evaporei suas gotas.
Maiara me atiça, me provoca, e depois ignora. Abre aquele imenso sorriso escondendo um eu te amo, e quando abro minha boca para recebê-lo, ela foge.
Ela tem uma pele cor de areia da praia. Quente. Rígida. Mais parece uma pintura, essa minha doce menina, quando deita em meu sofá, vestida com minha camisa azul desabotoada, fingindo esconder sua nudez.
Ontem ela deitou em meu colo, fechou os olhos e disse para eu beijá-la. Esperta. Fiz carinho em sua boca, com a minha, e ela sorriu aquele sorriso gostoso, com um sabor que é só pra mim.
Não sei porquê ela ainda tenta adivinhar meu futuro, com aquela pose de cigana, fazendo um sotaque que só me faz rir. Ela bem sabe: meu futuro está todo em suas mãos.
Estou escrevendo porque não há saída para essa minha dor. Aspirina não foi suficiente. Te procurei em todos os cantos da casa, mas o que achei foi apenas a sua dolorosa ausência, o perfume que saía dos nossos abraços e os sons que meu estômago fazia cada vez que eu sentia seu toque em mim.
Não tenho esperanças que você leia isso. Não mesmo. Mas preciso escrever. Preciso te contar o quanto meu desejo está aumentando, e como sinto sua falta aqui do meu lado, bem perto, quase dentro de mim, sem dizer uma única palavra.
O seu beijo. Ah, o seu beijo... Eu o quero tanto! Quero descobrir o sabor que tem, a dança que ele fará em minha boca, a sensação que ele me trará, o calor que ele me fará sentir. Quero tê-lo em mim, para mim, me fazendo seu eterno abrigo.
Me dá cá o seu abraço, suas mãos e você. Dance, viva, cante, em mim. Eu prometo fazer o seu gosto. Prometo deixar você tocar com seus lábios a minha nuca, cantar baixinho no seu ouvido e dizer que te amo. Mas só se você se der para mim, anjo.
– Quero afogar minhas mágoas em você.
– Eu sou algum tipo de mar triste, é?
– Não, só acho um lugar seguro. Posso?
– Claro, claro. Deite-se aí.
– Ao seu lado, posso?
– Só não chegue muito perto.
– Por que?
– Porque também quero afogar mágoas minhas.
– Não entendi.
– Se ficarmos juntas, vamos ficar submersas.
[Sangrar não dói. Ficar longe é que dói.]
– Nós voltamos, C.
– Mas como assim? Você ia terminar, e não voltar. Olha, homens não têm nada na cabeça. Entenda isso!
– Pois é, eu sei. Mas eu sou viciada naquele aconchego.
– Você não tem jeito!
– Não quero ter, mesmo.
Eu não sei o que dizer, meu bem. Tá tudo tão errado, confuso, distante, impossível, aqui dentro. Minha cabeça está parecendo com um vulcão em ebulição. Já não consigo pensar direito.
Eu dormi e acordei pensando em tudo isso. Sonhei que era a noite do seu casamento, e eu me lamentei porque não poderia mais ter você comigo. Você era de outra pessoa. Me restava aquele último beijo.
A dor está muito forte dentro de mim. Não sei se poderei suportá-la. Mas tenho certeza que não suportaria se o sonho virasse realidade, mesmo. A idéia de ter você longe de mim – mais uma vez – me deixa sem ar.
Eu estava ouvindo aquela música: "No one else comes close to you, no one makes me feel the way you do. You're so special girl to me, and you'll always be eternally." A dor rasgou meu coração.
Só quero que você chegue de surpresa, olhe para mim e diga que tudo vai se resolver. As coisas estão difíceis com você. Mas seriam piores sem você, anjo.
Ps.: Sangrar não dói mais, Ruth. ;)
Nome: Rute Costa de Almeida. Não gosto do Costa, mas é meu, né? :\
Idade: 15
Local de Nascimento: Duque de Caxias, RJ.
Peso: Pula xD
Altura: 1.64
Apelido de infância: Lindinha.
Qual é a sua maior qualidade? Amor.
E seu maior defeito? Amor. :/
Qual é a característica mais importante em um homem? Inteligência.
E em uma mulher? Cabeça cheia. Nunca oca.
Qual é a sua idéia de felicidade? Já sou incrivelmente feliz. [2]
E o que seria a maior das tragédia? Que sumisse o pouco amor que resta no mundo.
Quem você gostaria de ser se não fosse você mesmo? Rute Almeida.
E onde gostaria de viver? EUA.
Qual é sua cor favorita? Vermelho.
E o seu desenho animado? Eu gostava de Naruto, mas o SBT passou a repetir os episódios. ¬¬
Quais são os seus escritores preferidos? Clarice Lispector, Robin Jones Guun e Dean R. Koontz.
E seus cantores e / ou grupos musicais? Adriana Calcanhotto, Vanessa da Mata, Ana Carolina, Jaci Velasquez, Maria Bethânia, Cássia Eller, Tom Jobim, Caetano Velozo, Djavan, Jorge Vercillo... Tem certeza que quer todos? xD
O que te faz feliz instantaneamente? Aquela janelinha subindo no msn.
Quais dons você gostaria de possuir? Cantar e escrever.
Tem medo da morte? Às vezes, sim.
Quem é seu personagem de ficção favorito? Sidney. (Caçadora de Relíquias)
Qual defeito é mais fácil de perdoar? Indecisão.
Qual é o lema de sua vida? Voar, mas sempre de pés no chão.
Qual sua maior extravagância? Bah, não sei.
Qual sua viagem preferida? Minas Gerais. o/
Se pudesse salvar apenas um objeto de um incêndio, qual seria? Depende do que estaria lá.
Qual é o maior amor de sua vida? J.
Onde e quando foi mais feliz? Naquele sofá, naquela noite.
Qual é sua ocupação favorita? Ler.
Pensa em ter filhos? Sim.
Quantos? 1.
Um animal de estimação: Gato.
Uma atividade física: Hã? Huauahuhauhauhauha
Um esporte: Voley.
Um prato que sabe fazer: Peixe.
Uma comida que adora: Frango grelhado, com arroz e salada.
Uma invenção tecnológica sem a qual não vive: Computador. o/
Gasta mais dinheiro com: Doces.
Uma inabilidade: Cumprimentar. [2]
O que não faria em nome da vaidade? Posar nua.
Uma mania: Estalar os dedos.
Uma saudade: Mamãe.
O primeiro beijo: Aos 7. Foi engraçado.
Pronto, Ruth! xD
