Eu quase me entreguei, eu quase me entreguei, eu quase me entreguei [...] Parece absurdo [...] O desejo como semente, que crescia e rasgava, criando raízes [...] Acontece que eu precisava ser salva. Com uma mentira ou uma verdade, eu precisava ser salva. Liberta dessa entrega [...] Talvez eu devesse limpar minha saia e abotoar a blusa, delicadamente, seguindo o passo-a-passo [...] Veneno mais doce, enquanto eu descobria teu gosto. Loucura mais certa, enquanto eu ria pelo teu espanto [...] mansa e doce [...] Seus abraços quentes [...] Amor repicado, pura obsessão [...] um gosto amargo na minha boca [...] Eu não sei se é assim que deve ser [...] Só você. Que é pra vida valer a pena [...] O pecado era te amar. Com toda aquela confusão [...] Um querer sangrento e dolorido [...] A minha maior vontade, meu maior desejo [...] sinto teu peso sobre mim [...] Minha fonte de calor, meu secreto [...] razão mais doce e quente [...] Eu posso culpá-lo por ele ter uma boca tão quente? [...] mais doce e quente.
Signo Natalino
Há 4 meses
1 comentários:
Rute, Rute, você escreve tão genial! E esse amor alucinante, hein?! Cheio de mistérios, medos e segredos? É tão denso que o desabrochar disso tudo só dá com duas pessoas! Beijo, Rutinha!
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