Eu quase me entreguei, eu quase me entreguei, eu quase me entreguei, e a voz da Si me sorria. Gargalhava, na verdade, zombando da minha falta de pudor ao escrever a ela sobre a dureza pendulante.
Parece absurdo, e as vozes tiraram o dia pra me acompanhar. Saí sozinha, à noite, e bebi uma taça de vinho. Ninguém soube, ninguém sabe, ninguém nunca saberá. E fiquei olhando as estrelas, lembrando do teu calor sobre a minha pele, da tua saliva na minha, no teu toque na minha nuca. Os outros são os outros e só.
Eu quase me entreguei, eu quase me entreguei, eu quase me entreguei, razão mais doce e quente para um mantra.
Signo Natalino
Há 4 meses
2 comentários:
mais quente e mais doce.
Ah, eu gosto demaiiiis daqui! Adoro seu lirismo meigo, Rute!
Eu não sei se já avisei, mas eu deixei um selo pra vcs lá no Fala dela! Passa lá depois! ;**
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