Talvez eu não saiba falar, mensurar a sua falta. É um nó imenso na minha garganta. Um aperto forte no coração. Uma ausência quase que total do meu sorriso.
É um sofrer tão prazeroso... Sim, porque eu sei que é por você. Que é porque um dia eu morei no teu abraço, no teu corpo; e hoje estou aqui, distante de tudo isto.
Difícil convencer meu corpo a seguir em frente, mesmo sem o teu. Dizer ao meu coração que prossiga em seu rumo, porque um dia ele estará próximo ao teu calor, novamente.
Toco meus lábios, na ânsia pelos teus. Em pensar que um dia eles estiveram tão próximos... Ah, amor, que saudade!
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Porque nada precisava ser dito, mas eu insisto. Ainda estou borbulhando pelo teu toque, pedaço de vulcão!
Você sabe... não haviam palavras a serem ditas. O seu calor, o meu. O seu corpo, o meu. Pra que querer dizer, se eu lia seus pensamentos em seus olhos? Eu sempre quis, e aquele foi o momento perfeito. Marcados para sempre, porque você adora pôr em meus lábios seu gosto vermelho. Quente. Calor esse que pressiona meu corpo, derrete os ossos. E me prende por segundos inteiros, com meu corpo entre seus lábios. Paraliso. E a chuva nos carrega. Nada precisava ser descrito. Seu suor escorria e meu corpo estava trêmulo. Bobagem, você pensou. Eu sei. Nossa brincadeira mais séria. Marcados para sempre.
Signo Natalino
Há 4 meses
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